31 Outubro 2006

Isn´t She Lovely?

A Mágoa do Zorro

Instead of her big mouth…

30 Outubro 2006

Lula Comemorando

Lula Vitorioso

Thoreau contra o lulismo

"Lula pode ser o seu presidente. Meu ele não é.
Meu senso de moralidade é superior ao dele.
Lula é o chefe de uma junta de golpistas.
Ele que fique com seus doleiros, com seus laranjas,
com seus lobistas, com seus assessores, com
seus jornalistas, com seus mensaleiros, com
seus filhos, com seus gorilas, com seus bicheiros"

O Brasil é ruim. Irá piorar.

Eu sempre acreditei nisso. Acredito cada vez mais. O Brasil já era ruim antes de Lula. Com ele ficou ainda pior. Ninguém conseguiu evidenciar nossa ruindade com tanta clareza quanto ele. E ninguém deu tanta garantia de que tudo iria piorar.

O homem certo para este momento é Henry David Thoreau. Leia Thoreau. Releia Thoreau. Declame Thoreau em voz alta. É o melhor remédio para todos aqueles que foram atropelados pelo lulismo triunfante.

Thoreau era um abolicionista americano. Ele rejeitava a escravidão embora a maioria dos eleitores de seu tempo a apoiasse. Em seu principal ensaio, Sobre o Dever da Desobediência Civil, ele argumentou que há algo superior à vontade da maioria: é a moral de cada um. "Minha única obrigação é fazer em todos os momentos o que considero certo."

Mas recomendo Thoreau por outro motivo. Um motivo menor. Um motivo mais mesquinho. Recomendo-o apenas porque ele permite insultar pesadamente o eleitor mantendo uma certa pompa, um certo brilho. Thoreau disse: o eleitor é um cavalo. Ele disse também: o eleitor é um cachorro. Eu repito, citando Thoreau: o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro, o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro, o eleitor é um cavalo, o eleitor é um cachorro. Insulte o eleitor. Sem perder a pompa, sem perder o brilho.

Thoreau: Cavalo. Cachorro.

Thoreau defendeu o direito de repudiar a autoridade do governo. Eu sou o Thoreau dos pobres. O Thoreau bananeiro. Repudio a autoridade de Lula. Lula pode ser o seu presidente. Meu ele não é. Meu senso de moralidade é superior ao dele. Lula é o chefe de uma junta de golpistas. Referendá-lo significa referendar o golpismo. Cassei sua candidatura um ano e meio atrás. Unilateralmente. Ele que fique com seus doleiros, com seus laranjas, com seus lobistas, com seus assessores, com seus jornalistas, com seus mensaleiros, com seus filhos, com seus gorilas, com seus bicheiros.

A forma que Thoreau encontrou para repudiar a autoridade do governo foi simples e direta: recusou-se a pagar impostos por seis anos. Chegou a ser preso por causa disso. Só foi solto porque uma tia saldou seus débitos. A revolta fiscal é o melhor meio de protesto que há. Muito melhor do que passeata. Muito melhor do que comício. Quem gosta de muita gente aglomerada é lulista. Prefiro me reunir com meu contador em seu escritório mofado, arrumando maneiras mais eficientes para burlar o Fisco. Falta somente uma tia rica para me tirar da cadeia.

O lulismo precisa de dinheiro para funcionar. Dinheiro limpo e dinheiro sujo. Meu terceiro turno será combater a CPMF. Eu sei que é um combate pouco heróico. Mas alguém realmente esperaria gestos heróicos de mim? Abolindo a CPMF, sobrará menos dinheiro para financiar o golpismo lulista. E para comprar os eleitores.

Thoreau: Cavalo. Cachorro.

Diogo Mainardi

27 Outubro 2006

Carta de Alckmin

Alckminfinal

Caro(a) Amigo(a) Mark,

 

Em algumas horas, o povo brasileiro decidirá nas urnas o futuro do País para os próximos quatro anos. Desejo estar nele como Presidente do Brasil, para aprimorar a educação, a saúde, segurança, o emprego. Promover o desenvolvimento com verdadeira inclusão social. Quero ser Presidente para melhorar a vida das pessoas, fazendo o que sempre fiz, como médico e político: cuidar de gente.

 As diferenças ficaram evidentes nesta campanha. O governo atual compara o presente com o passado e acha que tudo vai muito bem, diz até que a saúde está perto da perfeição. Eu comparo o Brasil do presente com o futuro, e vejo, pela grandeza de seu território, de seu povo, um País que pode muito mais. Quero fazer um governo à altura do povo brasileiro.

 O Brasil está, há dois anos, no final da fila do desenvolvimento do continente latino-americano, atrás da Argentina, do Chile, do Uruguai, Paraguai. Depois de nós, só o Haiti. O Brasil cresce pouco mais de 2% enquanto os países vizinhos crescem o dobro, o triplo. Menos emprego, menos trabalho para nós. O atual presidente teve a sua oportunidade e a perdeu em meio a medidas demagógicas e graves denúncias de corrupção - que continuam, todas, sem resposta. 

 Mostrei ao povo brasileiro, no decorrer da campanha, o que fiz em meus 30 anos de vida pública, e detalhei minhas idéias para melhorar o País. Eu sei de que lado estou. Estou do lado da lei, da seriedade, do trabalho. Governando São Paulo pude mostrar que é possível recuperar um estado quebrado e colocá-lo para funcionar com toda força a serviço da população. E chegamos a ponto de São Paulo crescer 7,6% enquanto o Brasil ficou, na ocasião, na faixa dos 4%.

 Como Presidente, serei o primeiro a dar o exemplo de trabalho, honestidade, correção, respeito às leis e ao dinheiro público. Escolherei minha equipe de trabalho norteado pela capacidade e pela eficiência, valorizando o servidor público. E vou saber, sim, de tudo o que se passa nas salas dentro do Palácio do Planalto.

 Vou dar especial atenção às regiões menos desenvolvidas, como o Norte e Nordeste, porque o Brasil precisa crescer por inteiro, sem deixar nenhum estado para trás. Acredito na força do trabalho e num País com mais incentivo para quem quer produzir e mais emprego para quem quer trabalhar. Um Presidente de verdade tem que ter cabeça e coração. Dar o peixe e ensinar a pescar.

 Por isso o nosso plano de desenvolvimento inclui obra, gente, trabalho, produção, investimento.  Ele inclui também medidas para melhorar a vida das pessoas. Quero aprimorar a educação, dar a cada criança o mínimo de cinco horas de aula por dia. Quero melhorar os hospitais, humanizar o atendimento, dar remédio de graça a quem não pode pagar por eles. Tratar dos nossos aposentados com carinho, sem filas desumanas. O Brasil precisa mudar, num clima de progresso, otimismo e esperança.

 Quero agradecer de todo coração as mensagens enviadas à nossa campanha. Elas foram lidas, analisadas, levadas em conta. Por elas, norteamos nossos caminhos e visualizamos o sentimento dos eleitores brasileiros. Recebemos orações, carinho, palavras de incentivo, questionamentos, conselhos. Em minhas andanças pelo País, de Norte a Sul, senti ainda mais orgulho do povo brasileiro, que merece mais, muito mais do que tem hoje.

 Neste final de campanha, conto com você, com sua determinação e sua capacidade de mobilização. Esta é a hora da virada, da guinada rumo à vitória. O Primeiro Turno já demonstrou com clareza que as pesquisas de intenção de voto não retratam a realidade. O que vale mesmo é o voto de cada brasileiro e de cada brasileira depositado nas urnas dia 29.  Acredite na vitória e, junto conosco, lute por ela.

 Um grande abraço, e mãos à obra!

 Geraldo Alckmin

A Estrelinha Da Microsoft

Enviado por Carla_RJ

 

26 Outubro 2006

Esperança

Face

25 Outubro 2006

Saiu A Nova Pesquisa

Sponholz

24 Outubro 2006

Perguntadora

23 Outubro 2006

O Crime Comprovado

 A Polícia Federal, tão elogiada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está acusando o presidente-candidato de crime eleitoral. É a única conclusão possível a tirar do relatório parcial do delegado Diógenes Curado Filho a respeito do caso do dossiê. Basta seguir o teorema seguinte:
1 - O delegado acusa Jorge Lorenzetti de ter sido "a pessoa que articulou em âmbito nacional a compra do dossiê". A propósito, Gilberto Carvalho, o secretário particular do presidente, também aponta o dedo, indiretamente, para Lorenzetti.
Descobertos os telefonemas que trocou com o acusado, Carvalho afirmou: "Disseram que o Lorenzetti estava no rolo". Quem "disseram", cara pálida? Só pode ter sido gente da campanha, do governo ou do PT.
Quem quer que seja, sabia que os que Lula chamou de "aloprados" (mas que, na verdade, são delinqüentes) são perfeitamente capazes de meter-se em "rolos" (crimes, em português claro).
2 - O chefe do "rolo", Lorenzetti, era, à época, analista de risco e mídia da campanha Lula.
3 - É crime eleitoral não apenas usar dinheiro ilícito para fins eleitorais mas também captá-lo. Se Lorenzetti "articulou em âmbito nacional a compra do dossiê", cometeu crime eleitoral.
4 - O candidato, como o próprio Lula admitiu, na sabatina da Folha, responde pelos ilícitos cometidos pela sua campanha.
É elementar, meus caros Watsons da vida. Se vai ou não produzir conseqüências, só se saberá com o caminhar do processo já em curso na Justiça Eleitoral, o que pode tardar anos, muitos, talvez.
De todo modo, pela primeira vez a eleição de um presidente estará "sub judice", por culpa única e exclusiva do que Lula chama de "burrices" de seus amigos e correligionários, fugindo de novo à palavra certa: foram crimes.

São Paulo, domingo, 22 de outubro de 2006
CLÓVIS ROSSI

20 Outubro 2006

Petista Típico

Eleitor Brasileiro

19 Outubro 2006

Confronto No Futuro Governo

Wylder

 

18 Outubro 2006

Será possível que ninguém se toca?

Arnaldo Jabor

Estamos vivendo um momento histórico delicadíssimo. As conquistas da redemocratização estão ameaçadas pelo projeto petista de poder. A agenda óbvia para melhorar o Brasil é um consenso entre grandes cientistas sociais. Vários prêmios Nobel concordam com nossos pontos essenciais de reforma política e administrativa, que fariam o País decolar. Mas, os despreparados sindicalistas e ex-comunas ignorantes têm um programa que nos levará a um retrocesso político trágico. Em pouco tempo, podemos ter volta da inflação, caos político, ruptura institucional - tudo na contramão das necessidades de modernização do País. Eles prometem medidas que nos jogarão de volta aos anos 50 ou para trás, pelo viés burro de um 'socialismo' degradado num populismo estatizante: o lulismo. Enquanto isso, os cidadãos que comeram e estudaram, intelectuais e artistas cultos, os que bebem nos bares e lêem jornal ficam quietos. O Brasil está sendo empurrado para o buraco e ninguém se toca?

O que vai acontecer com esse populismo-voluntarista-estatizante é obvio, previsível, é 'be-a-bá' em ciência política. 'Sempre foi assim...' - se consolam.

Mas, não. 'Nunca antes', um partido montou um esquema secreto de 'desapropriação' do Estado, para fundar um 'outro Estado'. O ladrão tradicional roubava em causa própria e se escondia pelos cantos. Os ladrões desse governo roubam de testa erguida, como em uma 'ação revolucionária'. Fingem de democratas para apodrecer a democracia por dentro.

Lula topa tudo para ser reeleito. Ele usa os bons resultados da economia do governo FHC para fingir que governou. Com cínico descaro, ousa dizer que 'estabilizou' a economia, quando o PT tudo fez para acabar com o Real, com a Lei de Responsabilidade Fiscal, contra tudo que agora apregoa como atos seus.  
 
Se eleito, as chamadas 'forças populares', que ocupam os 30 mil postos no Estado aparelhado, vão permanecer nas 'boquinhas', através de providências burocráticas de legitimação.

As Agências Reguladoras serão assassinadas. Os sinais estão claros, com várias delas abandonadas e com notícias de que o PMDB já quer diretorias.

O Banco Central perderá qualquer possibilidade de autonomia, como já rosnam os membros do 'Comitê Central' do lulismo. A era Meirelles-Palocci será queimada, velho desejo de Dirceu e camaradas.

Qualquer privatização essencial, como a do IRB por exemplo, será esquecida.

A reforma da Previdência 'não é necessária' - dizem eles -, pois os 'neoliberais exageram muito sobre sua crise', não havendo nenhum 'rombo' no orçamento.

A Lei de Responsabilidade Fiscal será aos poucos desmoralizada por medidas atenuantes.

Os gastos públicos aumentarão pois, como afirmam, 'as despesas de custeio não diminuirão para não prejudicar o funcionamento da máquina pública'. Nossa maior doença - o Estado canceroso - será ignorada.

Voltará a obsessão do 'Controle' sobre a mídia e a cultura, como aconteceu no início do primeiro tempo. Haverá, claro, a obstinada tentativa de desmanchar os escândalos do chamado 'mensalão', desde os dólares na cueca até a morte de Celso Daniel e Toninho do PT, como já insinuam, dizendo que são 'meias-verdades e mentiras, sobre supostos crimes sem comprovação...'.

Leis 'chatas' serão ignoradas, como Lula já faz com a lei que proíbe reforma agrária em terras invadidas ilegalmente, 'esquecendo-a' de propósito. Quanto ao MST, o governo quer mantê-los unidos e fiéis, como uma espécie de 'guarda pretoriana', a vanguarda revolucionária dos 'aiatolás petistas', caso a crise política se agrave. Não duvidem, eles serão os peões de Lula.  
 
Outro dia, no debate, quando o Alckmin contestou Lula ao vivo, ouviu-se um 'ohhhh!....' escandalizado entre eleitores, como se o Alckmin tivesse cometido um sacrilégio. Alckmin apenas atacou a intocabilidade do operário 'puro' e tratou-o como um cidadão como nós, ignorando a aura de 'ungido de Deus' de Lula, que os fanáticos intelectuais lhe pespegaram. Reagiram como diante de uma heresia, como se Alckmin tivesse negado a virgindade de Nossa Senhora ao lhe perguntar: 'De onde veio o dinheiro?'

Agora, sem argumentos diante dos escândalos inegáveis, os lulistas só agem pela Fé. Lula sempre se disse 'igual' a nós ou ao 'povo', mas sempre do alto de uma 'superioridade' , como se ele estivesse 'fora da política', como se a origem pobre e a ignorância lhe concedessem uma sabedoria maior. Agressão é o silêncio cínico que ele mantém, desmoralizando as instituições pela defesa obstinada da mentira. Mas, os militantes imaginários que se acham 'amantes do povo' pensam que Lula não precisa dizer a verdade; basta parecer. Alguns até reconhecem os crimes, mas 'mesmo assim', votarão nele. Muitos têm medo de serem chamados de reacionários ou caretas. Há também os 'latifundiários intelectuais': acadêmicos e pensadores se agarram em seus feudos e não ousam mudá-lo. Uns são benjaminianos, outros marxistas, outros hegelianos, gurus que justificam seus salários e status acadêmico e, por isso, não podem 'esquecer um pouco o que escreveram' para agir. Mudar é trair, para ortodoxos. Ninguém tem peito de admitir a evidência inevitável de que só um 'choque de capitalismo' destruiria nossa paralisia estatal, burocrática e patrimonialista, pois o mito da 'revolução sagrada' é muito forte entre nós. Se há uma coisa que une esquerda e direita é o ódio à democracia (Bobbio).

Os intelectuais dissimulados votarão em Lula de novo e dizem que 'sempre foi assim' porque, no duro, eles acham que o lulo-dirceuzismo estava certo sim, e que o PT e sua quadrilha fizeram bem em assaltar o Estado para um 'fim revolucionário'. 

Transcrito do O ESTADO DE S.PAULO
Terça-feira, 17 outubro de 2006

17 Outubro 2006

Have A Coke

Coca

13 Outubro 2006

Run To Canada

Run To Canada

See You There!

A Virada de Alckmin

Alckcontor

11 Outubro 2006

Tors...James Tors! Com Licença Para Detonar

James Tors

Happy Birthday!

09 Outubro 2006

Rocky Alckmin

Rocky Alckmin

 

05 Outubro 2006

C. Monroe

C. Monroe

Enquanto esperamos o 2º turno adivinhem quem é…

02 Outubro 2006

Rumo Ao Segundo Turno

Vitória