30 Novembro 2006

Juliana de Tróia

Juliana de Tróia

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Halle Berry

29 Novembro 2006

Halle Berry

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28 Novembro 2006

Bryan Adams - Heaven

Bryan Adams - Heaven (tradução)
Queila E Deyse Pessoa

Heaven (Paraíso)

Pensando nos nossos tempos de juventude
Só existia eu e você
Éramos jovens, selvagens e livres
Agora nada pode lhe manter longe de mim
Já passamos por isso antes
Mas agora já acabou
E você continua me chamando pra mais

refrão
Baby você é tudo que eu quero
E quando você está em meus braços
Quase não consigo acreditar
Que estamos no paraíso
E amor é tudo o que eu preciso
E encontrei em seu coração
Não é tão difícil de ver
Que estamos no paraíso


Oh -uma vez na vida você encontra alguém
que vira a sua vida de ponta cabeça
que te anima quando você está mal
Agora nada poderia mudar o que você significa pra mim
Há muita coisa a dizer
Mas apenas me abrace
Pois nosso amor irá iluminar o caminho

refrão

Eu esperei a tanto tempo
Para que algo acontecesse
para o amor chegar
Agora nossos sonhos se tornam reais
na felicidade e na tristeza
Eu estarei lá com você

27 Novembro 2006

Curtindo a Vida Adoidado - Twist & Shout

24 Novembro 2006

Novo Banner da Brigona

Birosca da Brigona

Al Pacino - Perfume de Mulher

23 Novembro 2006

O Cruzeiro Teleblog

Cruzeiro BBB



Todos a bordo para um cruzeiro inesquecível onde o Comandante Manga e o imediato Tors , convidam vocês para uma viagem onde todos assistirão de camarote, os incautos participantes do BBB7 serem impiedosamente analisados e dissecados nas suas fraquezas humanas e ambições desmedidas pois esse é o jogo que queremos ver acontecer.

Façam suas reservas!

P.S. - Eu serei o Chefe da Casa das Máquinas aguentando o calor escaldante das caldeiras enquanto vocês se divertem acima da minha cabeça....

Vejam a foto ampliada aqui

22 Novembro 2006

In Dreams - Veludo Azul



A remarkable scene from David Lynchs Movie "Blue Velvet". The song used is "In Dreams" by Roy Orbison. ...

Carta ao Diogo Mainardi

De Glauco Fonseca

Diogo, por favor, e por enquanto, “menos”. A impressão que dá é de que não adianta mais. Neste momento, nada é suficiente, nada os atinge, nada é tão forte quanto eles hoje por aqui. O ideal é respirar, pensar e, sobretudo, rever tudo que vivemos nos últimos anos. Diminui, meu estimado Diogo Mainardi. É muito ruim ler ataques pessoais a teu filho, aumenta muito a minha dor, a minha indignação, o meu descrédito na sabedoria humana. Agora é hora de deixar o mundo dar suas voltinhas. Por enquanto, não há crime para eles que não seja altamente compensatório, não inventaram ainda o delito que os ponha a ferros. Eles têm a força, eles têm a grana, eles têm a tão necessária falta de caráter para seguir em frente como bem quiserem. Por enquanto.

Eu estou também diminuindo o ritmo, Diogo. O cansaço não é por conta da derrota mas por conta da infeliz escolha que nossos não menos infelizes compatriotas fizeram nas urnas. De certa forma, estou tentando transformar minha fadiga e minha melancolia em tempo para pensar. Posso até chegar a descobrir, quem sabe, que eu não esteja compreendendo direito a situação. Talvez deva estar errado em alguma avaliação crucial, pois me oponho, como tu, ao modelo conspiratório medonho e maniqueísta que hoje se opera no território nacional. Sou contra mensalão, sou contra corrupção, sou contra tráfico de drogas e de influência, me oponho à roubalheira de dinheiro público, sou contrário às aproximações políticas espúrias e bastardas, também fico indignado com gente que deveria estar presa e sequer será indiciada. Só que devemos, eu, tu e outros tantos, estar errados, não é mesmo? Afinal, as coisas se afastam diariamente daquilo que imaginávamos ser o certo.

Dia desses, fui dar uma palestra para uma turma de 200 alunos de jornalismo e comunicação numa universidade aqui do RS. Falei a eles, primeiro, das enormes oportunidades que as novas mídias ofertarão nos próximos anos. Rádios e TVs digitais, a IPTV, os canais interativos, além dos enormes espaços profissionais ainda a serem descobertos, tanto quanto a serem preenchidos por bons talentos no futuro breve. Discorri, em seguida, a respeito das dificuldades do mercado de trabalho para jornalistas, publicitários e comunicadores. Não gosto de falar em adversidades, mas é papel de qualquer palestrante falar a verdade, não é mesmo? Durante a palestra, contudo, fui ficando angustiado, tenso e não consegui me conter. Encerrei com um insight que surgiu ali mesmo, enquanto eu falava aos gentis assistentes que o grande desafio da comunicação era conseguir fazer com que a informação não só encontrasse novos caminhos em direção à maioria de um povo tão alienado e solitário em sua secular ignorância, mas que fizesse com que a mensagem fosse realmente lida, ouvida, processada e realmente compreendida pelas pessoas que hoje se submetem à pilhagem por conta de um simples prato de comida. Fiquei horrorizado com a descoberta de que, em pleno século XXI, nem Globo, nem Grupo Abril, nem Diogo Mainardi são capazes, em mídia ou em multimídia, juntos ou separados, de serem compreendidos por mais de 75% de brasileiros, que são analfabetos funcionais, incapazes de elucidar tanto a mensagem quanto a verdade.

Não quero me alongar. Concluo com a minha declaração de enorme admiração, com um forte abraço em ti e em tua esposa, afetuosos beijos em teus queridos filhos e com a garantia de que continuarei lendo o que escreves enquanto tu o fizeres. Já discordei algumas (poucas) vezes do teu ponto de vista, mas acredito que nunca discordarei de teu ponto de afeto, com a tua família, com o teu público, sobretudo com o teu país.
Do Diogomainardista,

(*) Glauco Fonseca - é jornalista e escritor

Up Where We Belong

Joe Cocker & Jennifer Warnes - (A Força do Destino)
Who knows what tomorrow brings
In a world, few hearts survive
All I know is the way I feel
When it's real, I keep it alive
The road is long, there are mountains in our way
But we climb a step every day
Love lift us up where we belong, where the eagles cry
On a mountain high
Love lift us up where we belong, far from the world
We know, up where the clear wind blow
Some hang on to used to be
Live their lives, looking behind
All we have is here and now
All our life, out there to find
The road is long, there are mountains in our way,
But we climb them a step ev'ry day
Love lift us up where we belong, where the eagles cry
On a mountain high
Love lift us up where we belong, far from the world
We know, up where the clear winds blow
Time goes by, no time to cry, life's you and I
A live today
Love lift us up where we belong, where the eagles cry
On a mountain high
Love lift us up where we belong, far from the world
We know, where the clear winds blow

20 Novembro 2006

Buba - R.I.P.

Bette Midler - In My Life

Há lugares de que me lembro
Toda minha vida, apesar de alguns terem mudado
Alguns para sempre, não para melhor
Alguns se foram, e alguns permanecem

Todos esses lugares tem seus momentos
Com amigos e amores, eu ainda me lembro
Alguns estão mortos e alguns ainda vivem
Em minha vida, eu amei todos eles

Mas de todos esses amigos e amores
Não tem nenhum que se compare a você
E essas memórias perdem o sentido
Quando eu penso no amor como algo novo

Apesar de saber que nunca vou perder o amor
Pelas pessoas e coisas que vieram antes
Eu sei que sempre vou parar e pensar neles
Em minha vida, te amo mais

Apesar de saber que nunca vou perder o amor
Pelas pessoas e coisas que vieram antes
Eu sei que sempre vou parar e pensar neles
Em minha vida, te amo mais

Em minha vida, te amo mais

Elephant Love Medley - Moulin Rouge

17 Novembro 2006

Richard Marx - Now and Forever


Quando estou cansado
Da luta do dia a dia
Você dá sentido a loucura
Quando minha sanidade só depende de você
Eu perco a paciência
Mas mesmo assim, você parece entender
Agora e para todo o sempre
Eu serei o teu homem
Algumas vezes eu te abraço
Só para me aparecer para você
É quando estou abraçando um tesouro
Que Deus mandou para mim
Eu sempre tentarei te mostrar
De todas as formas que eu puder
Que agora e para sempre
Eu serei o seu homem
Somente agora posso encarar meus temores
E ter certeza
Que nunca mais ficarei sozinho
Se souber
Que você está aqui o tempo todo
Todo este tempo
Até o dia em que o oceano
Não tocar mais a areia
Agora e para sempre
Eu serei o teu homem

Wild Nature

Kbooomm!

16 Novembro 2006

Foreigner - I Want To Know What Love Is


 I Want To Know What Love Is

I gotta take a little time
Preciso de um tempo
A little time to think things over
Um tempo pra re-pensar as coisas
I better read between the lines
É melhor eu ler nas entrelinhas
Incase I need it when I´m older
Caso eu precise disso quando for mais velho
Ohhhh
This mountain I must climb
Essa montanha eu tenho que escalar
Feels like the world upon my shoulders
Parece que o mundo está nas minhas costas
Through the clouds I see love shine
Através das nuvens eu vejo o amor brilhar
It keeps me warm as life grows colder
Me mantém aquecido enquanto a vida esfria
In my life there´s been heartache and pain
Na minha vida já tive desilusões e dor
I don´t know if I can face it again
Eu não sei se consigo encarar isso de novo
Can´t stop now
Não posso parar agora
I´ve travelled so far to change this lonely life
Viajei tão longe para mudar essa vida solitária

Chorus
I wanna know what love is
Eu quero saber o que é o amor
I want you to show me
Eu quero que você me mostre
I wanna feel what love is
Eu quero sentir o que é o amor
I know you can show me
Eu sei que você pode me mostrar

I´m gonna take a little time
Eu vou dar um tempo
A little time to look around me
Um tempo pra olhar ao meu redor
I´ve got nowhere left to hide
Não tenho mais onde me esconder
Looks like love has finally found me
Parece que o amor finalmente me encontrou
In my life there´s been heartache and pain
Na minha vida já tive desilusões e dor
I don´t know if I can face it again
Não sei se consigo encarar isso de novo
Can´t stop now
Não posso parar agora
I´ve travelled so far to change this lonely life
Viajei tão longe para mudar essa vida solitária

Chorus

 

14 Novembro 2006

A Origem Do Avatar Da Malu

Malu

13 Novembro 2006

Desktop da LECA

Desktop

Imagem para o Desktop, ou como se diz em português: Área de Trabalho, do novo micro da Leca.

Clique Full Image para ver a imagem no seu tamanho real e salvá-la para o micro.

09 Novembro 2006

N. Sciffer

Nsciffer

Fiu! Fiu!

Seashore

Seashore

08 Novembro 2006

Wave

Wave

07 Novembro 2006

Beach

Beach

06 Novembro 2006

My Island

Fantasy Island

01 Novembro 2006

I´ll Be Back

Tors Bang-Bang

Come back soon Tors

A Indignação

DENIS LERRER ROSENFIELD

Os que defendem os "erros" cometidos pelo governo Lula e pelo PT estão, de fato, abandonando o próprio exercício do pensamento

UM PAÍS que perde a capacidade de indignar-se arrisca a sua própria existência política. A moral não é um utensílio qualquer que possa ser utilizado segundo as conveniências partidárias. Ela é uma finalidade em si mesma que, instrumentalizada, perde seu próprio significado. A política se mostra como uma forma superior de sociabilidade humana se tiver um comprometimento com princípios morais e com a verdade, sem os quais as relações humanas abandonam sua própria dimensão cívica, a que se realiza pelo exercício dos mais diferentes tipos de direito.
O país cresceu nas últimas décadas pelo desenvolvimento e pelo aperfeiçoamento da cena pública. A liberdade de imprensa e dos meios de comunicação em geral propiciou uma nova configuração da opinião pública, atenta ao comportamento de seus dirigentes. Líderes partidários e governantes tiveram de responder por suas ações e de se responsabilizar pelo que faziam. Políticos que baseavam suas ações em máximas do tipo "é dando que se recebe" ou "rouba, mas faz" perderam progressivamente credibilidade e foram sendo abandonados pelos eleitores.
Parecia que o país tinha ingressado em um distinto e superior patamar político. Um presidente da República chegou a ser afastado do seu cargo por corrupção e por infrações à moralidade pública em manifestações que tomavam conta das ruas deste país.
Nos escândalos que dominaram a cena do governo Lula, as ruas permaneceram vazias. As vozes, dificilmente audíveis, começaram a se calar, como se a perplexidade tivesse tomado o lugar da indignação. É como se as seguintes perguntas martelassem as cabeças: "O que fez com que o partido da ética a infringisse tão duramente?"; "Era tudo uma mera encenação de um partido oposicionista?".
A única resposta a essas perguntas veio sob a forma do "errar é humano" para justificar a corrupção e a falta de ética na política. É como se uma "nova teoria" estivesse nascendo das cinzas da moralidade, a de que "erros" justificam todo tipo de ação.
Ora, uma "teoria dos erros", cuja finalidade consistia apenas em acobertar a verdade, só podia se traduzir por uma valorização da "mentira" como forma de governo. O seu rebento é o "direito de mentir". Triste fim dos que se diziam defensores da moralidade, embora tenham com isso aferido "belos" resultados eleitorais.
Acontece que a beleza e a eticidade desapareceram em proveito de uma grande enganação pública. Criticar, porém, é preciso. Uma cena pública que perde seus parâmetros começa a se desestruturar. Entra-se no lugar do vale-tudo em que a verdade e a moralidade são as primeiras vítimas.
O mundo do vale-tudo é o mundo dos heróis sem caráter, que aproveitam as mínimas circunstâncias em proveito próprio. O tesouro público se torna privado ou privado-partidário, como se a República, a coisa pública, a coisa de todos nós e os recursos dos contribuintes pudessem ser dilapidados à vontade. Sempre explicações e justificativas serão apresentadas, algumas adornadas de belas expressões, como se um novo mundo estivesse sendo construído, um novo mundo possível, só que este surge sob a forma da usurpação e da perversão.
O exemplo que está agora sendo vendido ao país é o de que o crime compensa, toda regra e toda norma podendo ser transgredidas.
Tudo depende da "teoria do erro", chave mestra que procura colocar aquele que o cometeu na posição de vítima, de agente involuntário, injustamente acusado pelos malfeitores da imprensa, uma imprensa que não saberia investigar corretamente, porque não segue os ditames do partido no poder. De reveladora de fatos, ela se torna ré de um mau exercício da liberdade. De pequenos passos se constitui uma mentalidade e um uso autoritário do poder.
Quem defende a imoralidade, quem a justifica, a trai. Defende, na verdade, a asfixia da cena pública, a asfixia lenta e gradual das liberdades democráticas. O comprometimento do pensamento é com a faculdade de julgar, de emitir juízos sobre fatos e comportamentos que atentam contra princípios morais, contra a verdade e contra tudo aquilo que baliza as instituições republicanas.
Os que defendem os "erros" cometidos pelo governo Lula e pelo PT estão, de fato, abandonando o próprio exercício do pensamento, que não pode se tornar refém da servidão política -aqui, uma espécie de servidão voluntária. Se a "causa" toma o lugar da verdade e da liberdade, muito pouco se pode esperar da reflexão, da crítica. Lula ganhou, a ética e a verdade perderam.

DENIS LERRER ROSENFIELD, 55, doutor pela Universidade de Paris 1, é professor titular de filosofia da UFRGS (Universidade Federal do Rio Grande do Sul) e editor da revista "Filosofia Política". É autor de "Política e Liberdade em Hegel" (Ática, 1995), entre outros livros.

Artigo transcrito da Folha de S. Paulo